sábado, 13 de novembro de 2010

Confira as melhores e as piores praias do litoral de SP

Bandeira vermelha indica que praia está imprópria para o banho (Foto: Luciana Bonadio/G1)
Praia cheia em Ilha Comprida (Foto: Divulgação/Prefeitura Ilha Comprida)

Banhistas entram no mar na Praia do Gonzaguinha, em São Vicente (Foto: Luciana Bonadio/G1)

Levantamento do G1 foi feito com base em monitoramento da Cetesb.
Dos 155 pontos de amostragem, 49 aparecem próprios em todas as análises.
Luciana Bonadio
Do G1 SP

Bandeira vermelha indica que praia está imprópria para o banho (Foto: Luciana Bonadio/G1)Com a proximidade dos meses mais quentes do ano, muitos paulistas começam a pensar nas praias que irão escolher para as férias de verão. Por isso, o G1 fez um levantamento das melhores e piores praias do litoral de São Paulo durante este ano, baseado no monitoramento da qualidade da água realizado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) em 155 pontos de amostragem em 15 municípios. Desse total, 49 aparecem como próprios para o banho em todas as 42 semanas analisadas pela reportagem.

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Com calor e sol, banhistas lotam praia do litoral de SPNúmero de praias impróprias no litoral norte de SP é o maior em 10 anosO trabalho é realizado semanalmente pela Cetesb e abrange 136 das 293 praias existentes no litoral de São Paulo. A coleta da água do mar acontece aos domingos e os técnicos analisam os indicadores de poluição fecal. Além do boletim da qualidade da água divulgado pela companhia em seu site, as praias recebem bandeiras que sinalizam as condições de balneabilidade – vermelha para imprópria e verde para própria.

Outra tarefa do levantamento é de orientação das ações municipais nas praias. “Uma das funções do nosso monitoramento é exatamente orientar as prefeituras nas ações corretivas”, afirma a gerente do setor de águas litorâneas da Cetesb, Cláudia Lamparelli. “De uns anos para cá, o contato com as prefeituras é bastante próximo porque, para eles, interessa melhorar a qualidade das praias”, completa.

Ela explica que grande parte da culpa das praias consideradas impróprias por um longo período é problema na coleta de esgoto. “Se estou encontrando bactéria fecal, isso vem de um esgoto que não é coletado”, afirma. E o aumento da produção de esgoto em altas temporadas influencia diretamente nos resultados. “Tudo no final está correlacionado com o esgoto. A Baixada Santista, em geral, tem praias com pior qualidade do que o Litoral Norte. A urbanização é maior e a proximidade com São Paulo é maior, o que facilita o acesso. Em temporadas, a geração de esgoto quase dobra”, completa Cláudia.

A chuva também influencia o resultado, porque a água carrega para o mar a sujeira que está nas ruas e o que está acumulado no curso d’água. Cláudia cita o que aconteceu no dia 9 de maio nas praias do Litoral Norte. Um temporal em um domingo, dia que acontece a coleta, alterou consideravelmente os resultados. “São coisas completamente atípicas, praias que nunca ficaram impróprias apresentaram problemas”, conta.

Em São Sebastião, por exemplo, 10 praias aparecem no levantamento da Cetesb com apenas uma amostra imprópria entre as 42 analisadas no período de 3 de janeiro a 17 de outubro – justamente no dia 9 de maio.

Praias impróprias
As praias de Milionários, Gonzaguinha e Prainha, em São Vicente, apareceram impróprias em praticamente a totalidade das amostras no período. Milionários esteve própria para o banho apenas no dia 16 de maio. Já cientes dos problemas nessas praias, os frequentadores evitam o banho de mar – muitas pessoas ficam apenas tomando sol na faixa de areia.

A promotora de eventos Jéssica Alcântara, de 22 anos, leva o filho João, de 2 anos, apenas para “molhar o pezinho” na água do mar na Praia de Gonzaguinha, considerada péssima nos últimos anos e que aparece imprópria em todas as amostras colhidas pela Cetesb neste ano. “Eu particularmente não entro na água. Ele mesmo só molha o pezinho, não deixo nem sentar [na beirada]”, afirma.

A cor da água é citada pela caixa Ester Aparecida Souza, de 23 anos. “Eu não costumo entrar na água porque é muito suja, eu venho só para tomar sol. Quando quero entrar no mar, vou para Santos”, diz. A dona de casa Vera Maria Tiago, de 51 anos, também se limita à faixa de areia. “Eu não entro, gosto apenas de tomar sol.”

O casal Jomar Agnes França, de 57 anos, e Luci Domingues de Oliveira França, de 52 anos, frequenta a praia há quase 30 anos por “afinidade”. “Eu trazia meus filhos aqui desde que eram crianças, por isso essa é minha preferida”, conta ele. Apesar disso, a mulher dele diz que evita o banho. “Se eu entro no mar, tenho que ir para a ducha, porque fico toda me coçando”, afirma.

A Prefeitura de São Vicente diz que firmou um convênio com o Programa Onda Limpa, da Sabesp, que “visa o tratamento de esgotos e canais”. Além disso, informa que mantém projetos de conscientização, como o “Caça Esgoto”, que permite à população denunciar ligações irregulares. O governo municipal afirma que também realiza campanhas temporárias para conscientizar a população a não poluir as praias.


Banhistas entram no mar na Praia do Gonzaguinha, em São Vicente (Foto: Luciana Bonadio/G1)Programa Onda Limpa
Cláudia Lamparelli diz que o programa da Sabesp deve refletir nos índices das praias da Baixada Santista já no ano que vem. “As condições das praias na Baixada Santista devem melhorar muito no próximo ano”, acredita. O Onda Limpa realiza obras em nove municípios dessa região e pretende aumentar os índices de coleta de esgoto de 53% para 95% e o de tratamento para 100%. O programa acontece de forma gradativa, até 2011.

De acordo com a Sabesp, o investimento no Onda Limpa é de R$ 1,4 bilhão, com geração de mais de 80 mil empregos diretos e indiretos. Entre as obras estão sete estações de tratamento de esgoto; mais de quatro quilômetros de emissário submarino; 1,15 km de emissário terrestre; 123 mil ligações domiciliares e 102 estações elevatórias.

A Prefeitura de Santos diz que os programas Onda Limpa e Canal Limpo representaram um aumento de 44% para perto de 60% na balneabilidade nas praias do município. E esse número deve estar perto de 70% no próximo ano. “Essas ações estão surtindo efeitos. Essa parceria é uma constância, ela não para. E novas ações estão sendo planejadas”, afirma o engenheiro químico Márcio Paulo, responsável pelo setor de controle de balneabilidade de Santos.

Ações das prefeituras
O G1 procurou as prefeituras de todos os municípios com praias consideradas impróprias no período analisado – Cubatão e Iguape tiveram todas as amostras aprovadas durante o ano. Em Ilha Comprida, apenas a Prainha apareceu imprópria em três das 32 coletas realizadas. A prefeitura informou, em nota, que “tem em mãos projetos de instalação do sistema de tratamento de esgoto na área”, que está em etapa de análise de eficácia e adequação no Orçamento da cidade. Segundo o governo municipal, o atual sistema de tratamento de esgoto na região da praia “não atende mais à demanda, principalmente da alta temporada”.


Ester Souza diz que não entra no mar na Praia do
Gonzaguinha, em São Vicente, porque acha água
suja (Foto: Luciana Bonadio/G1)A praia que mais vezes apareceu imprópria em Caraguatatuba foi Indaiá, desaprovada em 31 das 42 amostras. A prefeitura do município diz que a Vigilância Sanitária faz um trabalho junto com a Sabesp, multando as ligações clandestinas de rede de esgoto. O município ofereceu aos moradores ligações gratuitas ao sistema de coleta e, desde o domingo (8), iniciou o fechamento das valas de esgoto.

Guarujá
A Perequê foi a praia que mais apareceu imprópria este ano no Guarujá, em 41 das amostras analisadas. Apenas em 20 de junho ela estava ideal para o banho. A prefeitura informa que a qualidade da água é ruim na praia em função da inexistência da rede de coleta e tratamento de esgoto. Segundo o governo do município, as comunidades do Perequê e do Jardim Acapulco lançam todos os dias o esgoto diretamente no Rio do Peixe. A prefeitura diz que “já está em tratativas avançadas com a Sabesp para o início das obras de estruturação no saneamento básico daquela região, que melhorarão consideravelmente as condições de balneabilidade da praia em questão”.

Ubatuba
Em Ubatuba, a praia mais problemática é Perequê-Mirim, imprópria em 36 das 42 amostras avaliadas. A prefeitura do município lista, entre as ações para melhorar a balneabilidade, operações “Caça-Esgoto” realizadas pela Vigilância Sanitária; realização de eventos como Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias; regularização urbanística e fundiária; construção de unidades habitacionais para remoção de famílias das margens dos rios; palestras e campanhas educacionais feito para as escolas.

Ilhabela
A Praia do Viana, em Ilhabela, apareceu imprópria em 19 das 42 amostras. A prefeitura afirma que, em parceria com o governo do estado, “tem como prioridade o investimento no saneamento básico”. Em setembro, foi entregue a primeira fase do sistema de Esgotamento Sanitário da Barra Velha, Perequê, Itaquanduba e Itaguassu, com investimento de R$ 12,8 milhões. Estão previstas obras da Sabesp nas redes coletoras nos bairros, uma estação de pré-condicionamento, estações elevatórias e o novo emissário submarino. Com isso, a prefeitura espera aumentar “o índice de coleta e tratamento de esgoto da cidade de 4% para mais de 36%”.

Praia Grande
No município de Praia Grande, Maracanã é a praia que mais vezes apareceu imprópria ao longo do ano (39 das 42 amostras). A prefeitura informou que as ações para melhorar a balneabilidade são feitas em conjunto com o governo do estado. Há também ações pontuais, principalmente na temporada de verão, como a distribuição de sacolinhas para recolher o lixo nas praias, a intensificação da coleta seletiva e a limpeza constante da faixa de areia e do calçadão da orla.

Itanhaém
Em Itanhaém, a praia do Centro esteve fora dos padrões em 18 das 42 amostras. Em resposta ao G1, a secretária de Planejamento e Meio Ambiente do município, Rosana Filippini Bifulco Oliveira, disse que o problema acontece “por influência direta do Rio Itanhaém, que drena praticamente toda a cidade, e sofre com a poluição difusa e pouca rede de coleta de esgotamento sanitário”. Para reduzir a poluição difusa, o governo municipal diz que busca melhorar a limpeza pública e mantém projetos de educação ambiental. A secretária afirma que o Programa Onda Limpa está fazendo um grande investimento no litoral. Ela admite, no entanto, que ainda serão necessários muitos investimentos em coleta e tratamento de esgoto porque, mesmo com a conclusão do projeto, o município atingirá cerca de 50% da demanda.

Bertioga
Apenas trechos da praia de Enseada, em Bertioga, apareceram impróprios em algumas amostras (no máximo cinco das 42 coletadas). Segundo a prefeitura, foi constatado que o problema ocorreu porque residências não tinham feito a ligação à rede coletora de esgoto. Por causa disso, o município tem um programa que dá instruções dos procedimentos para realizar a conexão. A prefeitura também relaciona os trechos considerados impróprios em algumas amostras “ao grande volume de chuvas, que arrastam os resíduos das galerias pluviais ao mar”.

Mongaguá
No Município de Mongaguá, a praia que mais vezes apareceu como imprópria durante 2010 foi a de Vera Cruz – 16 das 42 amostras. Segundo a prefeitura, está sendo executado no município o programa Onda Limpa. Até 2012, a previsão é que 95% do município esteja com ligação de esgoto. No ano passado, foi aprovada uma lei que proíbe animais na praia. O município diz que também desenvolve projetos de educação ambiental.

Folha de SP

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Barulho é proibido por lei em cidade de SP, e é a mais silenciosa do Brasil

Barulho é proibido por lei em cidade de SP, e é a mais silenciosa do Brasil

Tudo começou por causa da barulheira de uns jovens na frente da porta da igreja no momento da missa.

imprimir No interior de São Paulo há uma cidade onde o barulho é proibido por lei, até um galo foi proibido de cantar. Tudo começou por causa da barulheira de uns jovens na frente da porta da igreja no momento da missa. Mas a briga contra os ruídos acabou se espalhando. Patrocínio Paulista, no interior de São Paulo, está se tornando a cidade mais silenciosa do país.

Nem o canto da madrugada. Nem o latido do melhor amigo escaparam do rigor da lei. “O galo foi levado de volta para o sítio e o cachorro foi levado do fundo para a frente da casa, onde ele late menos”, diz o diretor de segurança pública, Jaime Teodoro Furtado.

Quem visita Patrocínio Paulista, no interior de São Paulo, deve tomar cuidado com o volume do rádio no carro. “O elemento vai ser abordado, orientado, para que ele cesse. Se ele insistir o veículo será guinchado, encaminhado para o pátio e o som será retirado e encaminhado ao Ministério Público e ele vai tomar as medidas cabíveis”, conta Jaime Teodoro.

A fiscalização está nas ruas. Com base em lei federal 55 decibeis é o limite permitido na cidade. Mas o ronco do motor no refrigerador do varejão tem quase o dobro disso.

A denuncia partiu do vizinho. "À noite incomoda muito, às vezes tenho até que ir dormir na minha mãe”, conta o estudante Luís Gustavo Nascimento.

Tudo começou com o som dos veículos na praça, que atrapalhava a missa e incomodava os vizinhos. Após tumulto e briga por causa do volume alto, o ministério público obrigou a prefeitura a ser mais rigorosa na fiscalização. Com tolerância zero, a lei do silêncio provocou o maior barulho na cidade.

“Acho que precisa de um pouquinho de silencio mas não exagerado”, reclama uma moradora.

O bailão do fim de semana está suspenso. O clube onde a festança é realizada foi interditado por causa do som alto nas madrugadas. O barulho tradicional do bilhar foi o alvo da reclamação contra este bar. “Não tem mais opção de lazer na cidade. A gente tem que ir para fora se quiser sair", é o que diz uma jovem.

Até a igreja providenciou o isolamento acústico. Ao ser perguntado se a lei era muito rigorosa, o diretor de segurança pública (acho que o padre) nega: “Eu acredito que não”.

O limite de 55 decibeis na cidade foi estabelecido por uma lei federal. Para quem gosta de silêncio, Patrocínio Paulista é o paraíso.

Bom dia São Paulo

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Número de queimadas em SP em 2010 já supera total do ano passado

Número de queimadas em SP em 2010 já supera total do ano passado

Foram 22.680 focos desde janeiro; em 2009, foram 22.075 casos.

Na capital, além das matas, favelas também sofrem com incêndios.
Do G1 SP

O número de queimadas em todo o estado de São Paulo este ano já superou o registrado em todo o ano de 2009. Foram quase 23 mil focos de janeiro até agora. Na capital paulista, o fogo está destruindo favelas e matas.

No total, foram 22.680 focos de queimadas no estado em 2010. Em 2009, os bombeiros registraram 22.075 casos em todo o ano.

Nesta quarta-feira (25), o fogo atingiu uma área verde na Marginal Tietê, próximo às rodovias Anhanguera e Bandeirantes, no fim da tarde. Logo, passou a ameaçar as casas na região, e foi controlado no fim da noite.

Na Marginal Pinheiros, outro foco de incêndio obrigou os bombeiros a interditar uma das pistas no horário de pico. A cidade teve nesta quarta-feira (25) mais de 60 registros de incêndio em vegetação. De acordo com os bombeiros, a maior parte dos casos poderia ser evitada.

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SP tem maior sequência de dias secos dos últimos anos em agostoSP tem recorde de baixa umidade: 13%Corpo de Bombeiros controla incêndio em favela da Zona Sul de SPFavelas
Quem mora em favelas também tem sofrido com o risco de incêndios. Nesta quarta, duas favelas da Zona Sul foram atingidas pelo fogo. Foram quatro ocorrências do tipo apenas nesta semana. Segundo os bombeiros, a baixa umidade do ar aumenta o risco de incêndios como estes e faz as chamas se espalharem mais facilmente.

De janeiro até agora, a capital paulista teve 40 incêndios em favelas. Em 2009, foram registrados 70; em 2008, 79; e em 2007 foram 77 incêndios.

“Na favela nós temos muita madeira, temos gás, ligações elétricas inadequadas, isso propicia o inicio do incêndio, a propagação e a dificuldade de combate pelo corpo de bombeiros”, explicou o major Nilton Miranda.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Todos os candidatos a governador e vice milionários

Todos os candidatos a governador e vice milionários

Veja a lista dos 75 nomes que concorrem a um dos dois cargos e declararam à Justiça eleitoral patrimônio superior a R$ 1 milhão:

CENTRO-OESTE

DISTRITO FEDERAL
Governador: Agnelo (PT) – R$ 1.150.322,00
Governador: Joaquim Roriz (PSC) – R$ 5.241.152,60
Vice: Filippelli (PMDB) – R$ 3.970.537,00
Vice: Jofran Frejat (PR) – R$ 5.364.387,74

GOIÁS
Governador: Iris Rezende (PMDB) – R$ 14.638.948,31
Governador: Marconi Perillo (PSDB) – R$ 1.637.136,72
Governador: Vanderlan (PR) – R$ 6.824.395,02
Vice: José Eliton (DEM) – R$2.546.000,00

MATO GROSSO
Governador: Mauro Mendes (PSB) – R$ 57.155.336,45
Vice: Otaviano Pivetta (PDT) – R$ 415.727.180,51*
Governador: Silval Barbosa (PMDB) – R$ 2.056.670,97
Vice: Chico Daltro (PMDB) – R$ 5.240.764,47
Vice: Dilceu Dal Bosco (DEM) – R$ 2.325.362,68
* O candidato está pedindo à Justiça eleitoral retificação do valor do patrimônio. Segundo sua assessoria, foi somada - em vez de ser considerada - uma dívida de R$ 141 milhões. Ainda de acordo com a assessoria do candidato, seu patrimônio líquido é de R$ 132.693.349,00. Foi este o valor considerado na reportagem.

MATO GROSSO DO SUL
Governador: André Puccinelli (PMDB) – R$ 5.378.828,63
Governador: Nei Braga (Psol) – R$ 1.000.000,00
Governador: Zeca do PT (PT) – R$ 2.299.723,00
Vice: Simone Tebet (PMDB) – R$ 1.595.867,88
Vice: Tatiana Ujacow (PV) – R$ 1.520.446,00

NORTE

ACRE
Vice: Cesar Messias (PP) – R$ 1.438.482,12

AMAZONAS
Governador: Alfredo Nascimento (PR) – R$ 1.092.676,35
Governador: Omar Aziz (PMN) – R$ 1.177.149,91

AMAPÁ
Governador: Jaime Nunes (PSDC) – R$ 5.630.870,94
Governador: Pedro Paulo (PP) – R$ 1.950.220,07

PARÁ
Governador: Juvenil (PMDB) – R$ 1.412.487,13
Governador: Simão Jatene (PSDB) – R$ 6.076.826,00
Vice: Helenilson Pontes (PPS) – R$ 2.176.225,71
Vice: Hildegardo Nunes (PMDB) – R$ 1.403.330,49

RONDÔNIA
Governador: Confúcio Moura (PMDB) – R$ 8.554.881,14
Governador: Expedito Junior (PSDB) – R$ 1.165.750,62
Vice: Tiziu Jidalias (PP) – R$ 6.317.985,00

RORAIMA
Governador: Dr. Petrônio (PHS) – R$ 1.140.000,00
Vice: Chico Rodrigues (DEM) – R$ 1.939.730,56
Vice: Marília Pinto (PSB) – R$ 1.352.583,38

TOCANTINS
Governador: Carlos Gaguim (PMDB) – R$ 2.976.292,19

NORDESTE

ALAGOAS
Governador: Fernando Collor (PTB) – R$ 7.724.383,41
Governador: Teotônio Vilela (PSDB) – R$ 14.623.903,60
Vice: Nonô (DEM) – R$ 4.271.390,87

BAHIA
Governador: Geddel Vieira Lima (PMDB) – R$ 3.798.442,64
Governador: Jaques Wagner (PT) – R$ 1.041.452,92
Governador: Paulo Souto (DEM) – R$ 1.179.101,70
Vice: Otto Alencar (PP) – R$ 1.853.375,98
Vice: Nilo Coelho (PSDB) – R$ 22.233.424,25

CEARÁ
Governador: Lúcio Alcântara (PR) – R$ 1.438.423,53
Vice: Claudio Vale (PPS) – R$ 12.161.081,06
Vice: Pedro Fiuza (PSDB) – R$ 38.927.749,28

MARANHÃO
Governador: Roseana Sarney (PMDB) – R$ 7.838.530,34

PARAÍBA
Governador: José Maranhão (PMDB) – R$ 7.429.880,68

PERNAMBUCO
Governador: Jarbas Vasconcelos (PMDB) – R$ 1.241.560,85
Governador: Sérgio Xavier (PV) – R$ 1.809.920,00
Vice: Mirian Lacerda (DEM) – R$ 1.518.981,06
Vice: João Lyra (PDT) – R$ 1.669.670,09

PIAUÍ
Governador: Wilson Martins (PSB) – R$ 2.881.888,50
Vice: Flávio Nogueira (PDT) – R$ 1.137.314,09
Vice: Morais Filho (PMDB) – R$ 1.083.151,98
Vice: Sá Filho (PSDB) – R$ 1.684.816,38

RIO GRANDE DO NORTE
Governador: Carlos Eduardo (PDT) – R$ 3.076.019,23
Governador: Iberê (PSB) – R$ 2.436.470,15
Vice: Alvaro Dias (PDT) – R$ 1.048.562,57
Vice: Robinson Faria (PMN) – R$ 3.708.882,88

SERGIPE
Governador: João Alves (DEM) – R$ 1.038.102,47

SUDESTE

MINAS GERAIS
Governador: Hélio Costa (PMDB) – R$ 1.347.805,42
Vice: Alberto Pinto Coelho (PP) – R$ 2.267.902,72
Vice: Leonardo Mattos (PV) – R$ 1.052.000,00

SÃO PAULO
Governador: Celso Russomanno (PP) – R$ 1.129.077,00
Governador: Skaf (PSB) – R$ 10.838.896,75
Vice: Afif Domingos (DEM) – R$ 49.211.803,00
Vice: Dra. Marianne Pinotti (PSB) – R$ 1.225.580,51

RIO DE JANEIRO
Vice: Márcio Fortes (PSDB) – R$ 4.442.412,71

SUL

PARANÁ
Governador: Osmar Dias (PDT) – R$ 5.191.343,40
Governador: Beto Richa (PSDB) – R$ 4.238.112,00
Governador: Rocha Loures (PMDB) R$ 1.669.227,00

RIO GRANDE DO SUL
Governador: Tarso Genro (PT) – R$ 2.972.627,05
Vice: Pompeo de Mattos (PDT) – R$ 1.430.812,21

SANTA CATARINA
Governador: Angela Amin (PP) – R$ 1.646.754,53
Governador: Raimundo Colombo (DEM) – R$ 1.812.700,35


Fonte: Congresso em Foco com base em levantamento na página do TSE.

Toyota investe US$ 600 milhões em nova fábrica no interior de SP

Toyota investe US$ 600 milhões em nova fábrica no interior de SP

DA EFE

A Toyota anunciou nesta quinta-feira (15) que investirá US$ 600 milhões na construção de uma nova fábrica, no estado de São Paulo, a terceira da companhia no país.

Em comunicado, o grupo precisou que as obras da nova filial, que empregará cerca de 1,5 mil pessoas, começam em setembro em Sorocaba.

Está previsto que as operações da fábrica iniciem segundo semestre de 2012 e tenha uma produção inicial de 70 mil veículos. Entre os modelos, fabricará um novo e compacto desenhado recentemente.

De acordo com a nota, a Toyota tem o objetivo de "expandir sua produção local em consonância com o crescimento do mercado brasileiro e de outros mercados emergentes" mediante o estabelecimento de fábricas no país.

Além disso, a companhia pretende abastecer a demanda do consumidor brasileiro, oferecendo produtos "atrativos que atendam às suas necessidades".

O presidente regional da companhia, Shozo Hasebe, anunciou que hoje terá uma reunião com o governador de São Paulo, Alberto Goldman, para falar sobre a nova construção.

Folha de SP

quinta-feira, 1 de julho de 2010

PSB lança candidatura de Paulo Skaf ao governo de São Paulo

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1291396-7823-PSB+LANCA+CANDIDATURA+DE+PAULO+SKAF+AO+GOVERNO+DE+SAO+PAULO,00.html
O Partido Socialista Brasileiro contra o com apoios do PSL, Partido Social Liberal. A convenção dos partidos aconteceu neste domingo (27). Skaf acredita na experiência da administração privada.

SP tem 6º trajeto mais difícil até o trabalho


SP tem 6º trajeto mais difícil até o trabalho

Constatação é parte de pesquisa da IBM com motoristas de 20 cidades em 5 continentes que opinaram sobre deslocamentos que fazem diariamente
30 de junho de 2010

Ana Bizzotto - O Estado de S.Paulo

São Paulo tem o sexto trajeto mais difícil entre a casa e o trabalho, quando comparada a outras 19 cidades dos cinco continentes. A constatação faz parte da pesquisa global IBM Commuter Pain, feita em maio, que ouviu 8.192 motoristas de 18 a 65 anos. Os dados foram compilados em um índice que avalia o custo econômico e emocional dos trajetos.


O estudo reúne informações de grandes metrópoles como Pequim, onde o trajeto apresentou menos obstáculos, e de cidades menores, como Estocolmo, que teve o percurso mais bem avaliado. Na capital paulista, dos 466 motoristas ouvidos, 35% disseram que o trânsito piorou nos últimos três anos, e 26% acham que piorou muito. "Com a economia indo bem, as pessoas querem viajar mais, se mover mais. É preciso tomar medidas urgentes para melhorar o trânsito", diz o diretor de cidades inteligentes da IBM, Pedro Almeida. "Transporte e mobilidade urbana tem de ser prioridade no País, principalmente com a proximidade da Copa 2014."

Sobre os efeitos do trânsito, 73% dos motoristas de São Paulo disseram que ele afeta negativamente a saúde. Desse total, 55% disseram que o estresse aumenta, 37% ficam com raiva, 17% têm problemas respiratórios, 7% sofreram acidentes e 20% tiveram o sono reduzido. O número de dias em que essas pessoas trabalham em casa também foi levantado: 60% trabalham pelo menos um dia por semana em casa.



Soluções. Segundo Almeida, a melhoria de fluidez está relacionada à adoção de tecnologias eficazes nos sistemas de transporte. São medidas como controle inteligente de semáforos, adotado em Curitiba e Cingapura, e cobrança de pedágio urbano por sensores, adotada em Estocolmo e em outras cidades. "O problema não é usar ou não o carro, e sim como tratar a questão. Em um sistema inteligente, a tecnologia ajuda a obter informações para entender e lidar com o padrão de trânsito da cidade."

Para o professor de Transportes da Poli-USP, Jaime Waisman, um sistema de gestão ou pedágio urbano não resolve o problema em São Paulo. "Pedágio penaliza quem não pode pagar. Há muito a fazer na área de engenharia de tráfego, mas a solução não passa pelo automóvel. Nenhum sistema do mundo criará mais espaço. A solução passa por transporte público de qualidade." Para o consultor Horácio Figueira, também contrário ao pedágio, a tecnologia pode ajudar, desde que colocada a serviço do transporte coletivo. "Não fizeram nada para melhorar a circulação de ônibus. Os investimentos em obras viárias (como a nova Marginal e o Rodoanel) deveriam ser direcionados a essa melhoria, à ampliação de corredores exclusivos. Do jeito que está, em um ano voltaremos a ter grandes congestionamentos na Marginal nas horas de pico."

Os dados sobre foram enviados à Secretaria de Transportes. Em nota, a pasta diz que para comentar a pesquisa "precisaria de mais detalhes, bem como informações sobre a metodologia." Segundo a nota, a política da Prefeitura "é a de investir cada vez mais no transporte público da capital", e a SMT "está trabalhando constantemente para oferecer melhores condições de fluidez e segurança para o tráfego".

Jornal O Estado de SP